segunda-feira, 20 de junho de 2011

sábado, dez da manhã. depois de uma hora e meia de carro, estou parado em uma das entradas do shopping, com o coração quase saltando da boca.

domingo, três da manhã. passo os braços em volta dela e aperto com força, como se quisesse evitar que ela desapareça sem que eu perceba. fecho os olhos com medo de acordar e ver que o dia inteiro foi um sonho.

domingo, dez e meia da noite. desligo o carro e paro por alguns minutos, tentando relembrar cada segundo. foi real, intenso, e perfeito. subo as escadas.

segunda, duas da manhã. deito sozinho em minha cama, mas ainda sentindo a presença dela do meu lado. e torço para que dessa vez, seja. pois eu nunca imaginei um futuro onde eu me visse tão completo.