depois de um susto grande, 2019 começa seguindo a tradição dos anos ímpares que sempre começam uma bosta. é bem complicado sentir certas coisas ainda, ver que meu peito é uma ferida aberta que pode ser cutucada tão facilmente.
decepcionar faz parte... resta saber (confiar, na verdade) se as coisas serão mesmo diferentes daqui pra frente. e se, diferente da outra quase-morte, a intenção diferente vai cicatrizar isso tudo e me permitir seguir. espero que sim. que esse amor seja diferente ao ponto da história não ter o mesmo fim, preso num loop eterno que se arrastou e até hoje contamina o dia-a-dia com a minha sementinha, mesmo que a motivação original com a sua genitora já esteja há muito enterrada.
acreditar... acreditar... e continuar.